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3 situações comuns que as inovações do reconhecimento facial vão simplificar!

admin-blog-bio
  • 14 de março de 2019
  • 5 min de leitura

As inovações de reconhecimento facial (ou biometria facial) têm se provado as mais eficazes na hora de proteger a identidade dos brasileiros e melhorar suas relações com as empresas.

Adaptando-se a setores que vão desde o varejo ao financeiro, a tecnologia contribui para simplificar uma série de situações comuns envolvendo cadastros, autenticações e segurança, garantindo uma melhor experiência ao usuário e otimizando as soluções das próprias empresas.

Confira 3 exemplos de processos que podem se beneficiar de suas vantagens:

1. Abrir uma conta no banco

Abrir uma conta no banco pode – e deve – ser mais simples e seguro. Levar documentos a uma agência física, além de não ser garantia de autenticidade, muitas vezes envolve jornadas desgastantes tanto para o requerente quanto para a instituição financeira.

Não raro é necessário reservar um dia inteiro para ir atrás de todas as documentações, cópias, análises e autorizações necessárias, deslocar-se à agência de interesse, enfrentar a fila do atendimento e dar início a um processo que pode ou não se prolongar e tomar ainda mais tempo de todos os envolvidos.

Ainda assim, corre-se o risco do roubo de identidade e os prejuízos subsequentes, complicando ainda mais o acesso a algo essencial para todo cidadão.

Pensando nisso, em uma resolução promulgada em abril de 2016 o Conselho Monetário Nacional passou a permitir a abertura e encerramento de contas corrente e poupança pela internet, com o objetivo de aumentar a eficácia do sistema de abertura de conta para os bancos e seus clientes.

Contudo, a novidade não é obrigatória, cabendo às instituições decidir se vão adotá-la ou não. Caso adotem, o desafio será investir em soluções de segurança assertivas, que previnam riscos sem comprometer a experiência do usuário.

E é por isso que a biometria facial se destaca.

Como o reconhecimento facial simplifica esse processo:

No cadastro online, que substitui o presencial e pode ser feito pelo computador ou por smartphone, o interessado na abertura de conta executa todos os procedimentos que seriam feitos na agência do conforto de onde estiver.

Portanto, ele fornece os dados de identidade usuais – nome, CPF e RG -, configura o tipo de conta desejado, envia a foto dos documentos necessários e, por fim, faz uma autenticação biométrica, que depois será usada para conceder acesso à conta.

Quando a autenticação é feita por reconhecimento facial, basta tirar uma selfie.

Assim, além de dificultar ações oriundas do roubo de identidade, uma vez que a tecnologia se apoia no que há de mais particular a um indivíduo – seu rosto -, a solução também favorece o usuário, que só precisará ativar a câmera frontal de seu aparelho, podendo realizar o cadastro ou login de maneira rápida e discreta.

É uma forma simples e assertiva de garantir a proteção do cidadão e da instituição financeira, que, por sua vez, também poderá agilizar os processos e oferecer soluções mais eficazes a seus clientes, evitando prejuízos.

2. Cuidar da saúde

O alto custo dos planos de saúde, a demora no atendimento em clínicas e hospitais e os transtornos causados por erros de identificação estão entre as principais dificuldades enfrentadas pela população no setor da saúde.

Porém, muitos desses problemas têm a mesma origem: a autenticação lenta e pouco assertiva de um indivíduo.

As operadoras de plano de saúde, por exemplo, são um dos principais alvos de roubo de identidade. Atualmente, elas sofrem com preocupantes 20% de fraudes e os prestadores de serviço perdem, em média, 4% do faturamento por glosas, isto é, os valores faturados para as seguradoras que são rejeitados.

O tipo mais comum é um membro da família que possui um plano, emprestar sua carteirinha para outra pessoa (um irmão, primo, filho, etc) que não possui nenhum plano.

Na tentativa de compensar esse prejuízo, o custo dos convênios aumenta, afetando empresas e beneficiários. O que acarreta em um menor número de pessoas com planos de saúde e menos faturamento para as operadoras, que continuam sofrendo com os golpes.

Já  nos hospitais, clínicas e outros prestadores de serviço, informações imprecisas e registros duplicados são bem comuns em função de os processos de registro e autenticação serem majoritariamente manuais. Assim, além da morosidade no atendimento, também corre-se o risco de erros de identificação com consequências graves para o paciente.

Como a reconhecimento facial simplifica este processo:

Utilizando a biometria facial como parte do processo de consulta, é possível detectar tentativas de fraude, impedindo que um indivíduo se passe por outro utilizando uma carteirinha de um terceiro.

Mais do que isso, com a integração entre operadoras e prestadores de serviço de saúde, elimina-se a necessidade de se apresentar um documento com foto, bem como o fornecimento ou confirmação de detalhes adicionais de sua identidade, em hospitais, clínicas e laboratórios.

Isso porque o registro e autenticação passam a ser automatizados, bastando uma única foto de seu rosto para que o paciente seja identificado.

Além de agilizar o atendimento – algo que faz toda a diferença especialmente em situações de emergência -, essa solução possibilita, por exemplo, que o paciente faça a consulta de resultados de seu exame pela internet de forma mais segura.

3. Fazer compras seguras em um e-commerce

Comprar pela internet é uma facilidade que muitos já não se imaginam sem. Para se ter uma ideia, de acordo com o relatório Total Retail de 2017, da PwC, apenas 6% dos consumidores brasileiros não fizeram nenhuma compra em lojas virtuais no ano passado.

Por outro lado, com o aumento do varejo online, ocorre também o aumento das tentativas de golpes pela internet e uma maior preocupação com a segurança, tanto da parte do consumidor quanto do comerciante.

Surge, então, outro desafio: uma boa experiência de compra inclui a certeza de um ambiente seguro, mas também é preciso cuidar para que as soluções de segurança não sejam incômodas ao usuário. Afinal, o objetivo do e-commerce é simplificar sua vida. Se para prevenir riscos o consumidor deve enfrentar uma série de procedimentos de verificação e esperar por retornos demorados, é muito provável que desista da compra.

Em contrapartida, um sistema de verificação que utilize apenas informações básicas, e seja, portanto, mais fácil de “enganar”, tampouco é conveniente, certo?

Como reconhecimento facial simplifica esse processo:

Sem interferir em duas das maiores vantagens da internet – o conforto e a praticidade -, o reconhecimento facial garante proteção às empresas e melhor experiência para o consumidor por meio de uma autenticação mais acessível e segura, seja na hora do cadastro, do login ou do pagamento.

O usuário só precisa fornecer seus dados e tirar uma foto de seu rosto para incluir no registro. Na próxima vez que fizer a compra bastará tirar uma selfie para fazer uma autenticação. Como esse processo pode ser feito tanto do computador quanto do celular, a tecnologia se adapta a aplicativos e sites mantendo as garantias de proteção e funcionalidade.

Assim, o consumidor poderá desfrutar das vantagens de uma loja online com a mesma tranquilidade e simplicidade com que se tira uma selfie.

Seus benefícios, portanto, são cumulativos: protege-se o consumidor, que passa a confiar mais na marca, aumentando sua credibilidade; cresce o número de vendas; reduz-se o risco de prejuízos e otimiza-se os processos de cadastro e autenticação, tornando o e-commerce mais seguro e responsivo.

Ou seja…

Simplicidade e segurança podem andar juntas, e a biometria facial é prova disso.

Favorecendo as empresas e os consumidores em diferentes ramos de atuação, suas inovações fazem com que soluções mais assertivas e experiências mais positivas para os usuários se apoiem em processos tão práticos quanto tirar uma foto.

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